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Muitos economistas gostam de evocar a relação aritmética que mostra como uma economia com uma taxa de crescimento nominal do produto, superior à taxa média da dívida pública, pode ter, todos os anos, um défice primário (sem juros) compatível com a estabilidade do peso da sua dívida pública ---> isto é, ou seja, a RATOEIRA do endividamento esperando um crescimento económico perpétuo!...

A contradição dos cúmplices da RATOEIRA é óbvia:
- por um lado, eles (os economistas cúmplices da RATOEIRA) reconhecem a existência de ciclos económicos... todavia, no entanto, em simultâneo, não se cansam de repetir «só o crescimento perpétuo, só o crescimento perpétuo... é que nos salvará do caos económico»!?!?!?
O resultado está à vista de toda a gente: ao cair na RATOEIRA do endividamento esperando um crescimento económico perpétuo... Portugal está a ser forçado a VENDER ACTIVOS IMPORTANTES para a sua soberania!...


P.S.
Estando uma economia numa fase de recessão... e estando o Estado à beira da bancarrota... eles (os economistas cúmplices da RATOEIRA) argumentam que o culpado da situação de quase caos económico... é o facto de Estado não conseguir garantir um crescimento económico perpétuo!!!


Resumindo e concluindo: não devemos esperar que o crescimento económico seja perpétuo... e muito menos devemos ainda, endividarmo-nos esperando que seja o crescimento perpétuo o factor que nos vai permitir pagar as nossas dívidas.

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