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-> São necessárias manifestações em todo o país (eventualmente uma greve geral)... tendo em vista alterações à Constituição... que permitam uma Mudança de Paradigma Democrático:
- Retirar poderes aos políticos... e... um sistema menos permeável a lobbys.
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-> As manifestações em causa... não terão nada a haver com as manifestações à CGTP... por motivos óbvios:
1- as manifestações à CGTP visam o perpetuar/eternizar da parolização do contribuinte: queda de governos semestre sim, semestre sim,... leia-se, 'mudar as moscas'... ficando o sistema inalterável (vira o disco e toca o mesmo): um sistema aonde os lobbys manobram sempre a seu belo prazer... e... aonde, ao passarem a «ex-», os governantes terão belos 'tachos' à sua espera;
2- muitas das manifestações à CGTP  são manifestações de 'esmifra-contribuintes': apresentam propostas/reivindicações de aumentos - e não - propostas de orçamentos... Leia-se: face a uma entidade pagadora em deficit (leia-se Estado)... eles queriam mais dinheiro não importa vindo de onde... leia-se, jubilavam quando os aumentos vinham... e... varriam para debaixo do tapete o facto da entidade pagadora ter necessidade de pedir dinheiro emprestado a (perigosos) especuladores, e necessidade de vender activos...
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Anexo:
Não é muito difícil de perceber que é um imperativo... RETIRAR PODERES AOS POLÍTICOS (e um sistema menos permeável a lobbys):
-1- Auto-estradas 'olha lá vem um', nacionalização de negócios "madoffianos" (ex: BPN), etc… anda por aí muito pessoal a querer mandar naquilo que não é seu - o dinheiro dos contribuintes - consequentemente, como é óbvio, o Contribuinte tem de defender-se: "O Direito ao Veto de quem paga" [blog 'fim-da-cidadania-infantil']. 
-2- Político armado em 'milagreiro económico', é político que quer carta branca para pedir empréstimos...
-> Contrair dívida (para isto, ou para aquilo) pode conduzir a uma ESPIRAL RECESSIVA: o aumento de impostos para pagar a Dívida Pública... provoca uma diminuição do consumo... o que provoca um abrandamento do crescimento económico... o que, por sua vez, conduz a uma diminuição da receita fiscal!
Por outras palavras: pedir dinheiro emprestado é um assunto demasiado sério para ser deixado aos políticos!!!
-> Será necessário uma campanha para motivar os contribuintes a participar... leia-se, votar em políticos, sim, mas... não lhes passar um 'cheque em branco'!... Leia-se, para além do "O Direito ao Veto de quem paga", é urgente uma nova alínea na Constituição: o Estado só poderá pedir dinheiro emprestado nos mercados... mediante uma autorização expressa do contribuinte - obtida através da realização de um REFERENDO.
-3- A participação do Banco Público, CGD, nas negociações de Cartelização da Banca.... vem reforçar aquilo que já se sabia: existe por aí muito político cujo 'trabalhinho' é abrir oportunidades para a superclasse (alta finança - capital global):
- caos nas finanças públicas;
- privatização de bens estratégicos: combustíveis... electricidade... água...
Resumindo: os políticos não podem continuar a ter o poder de nomear directamente os gestores das empresas estratégicas (ex: água, e outras a definir)... leia-se, deve existir um CONCURSO PÚBLICO de gestores... e... embora seja o governo a escolher a equipa gestora vencedora do concurso público... todavia, deve existir a obrigatoriedade de partilhar informação... no sentido de que o contribuinte possa acompanhar o andamento do concurso público.
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P.S.
-> Os lobbys que se consideram os donos da democracia - os 'cavadores de buracos' -, com os seus infiltrados em todo o lado (sim, em todo o lado!), isolam e atacam todo e qualquer ministro  que queira ser rigoroso, e que não lhes dê abébias para andar a 'cavar buracos' sem fim à vista...
- Obs. 1:  Manuela Ferreira Leite (quando era ministra das finanças) quis impor algum rigor nas finanças públicas... consequência: os 'cavadores de buracos' puseram o país inteiro a cantarolar a cantiga «Há vida para além do deficit».
- Obs 2: ao querer impor um certo rigor... o ministro das finanças Vítor Gaspar foi isolado (e atacado por todos os lados) pelos 'cavadores de buracos'.
- Obs 3: O ex-presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, deixou na cidade do Porto um legado notável... todavia, no entanto... durante os seus mandatos foi o presidente de Câmara que nos media mais vezes foi alvo de críticas... pois é, quem não faz jeitinhos a certos lobbys leva!...
-> Resumindo: O CONTRIBUINTE TEM DE AJUDAR NO COMBATE AOS LOBBYS QUE SE CONSIDERAM OS DONOS DA DEMOCRACIA!
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P.S.2.
-> Por um sistema menos permeável a lobbys: temos de pensar não em «políticos governantes» [vulgo políticos que, armados em 'milagreiros económicos', acabam por nos enfiar numa Espiral Recessiva]... mas sim... em «políticos gestores públicos» que fazem uma gestão TRANSPARENTE para/perante cidadãos atentos [blog 'fim-da-cidadania-infantil']... e mais, em vez de andarem 'preocupados' em contrair dívida... os políticos  deveriam, isso sim, era em estar empenhados em apresentar IDEIAS com o objectivo de se fazer uma BOA GESTÃO dos recursos disponíveis.
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 P.S.3.
-> Pessoal (agora) indignado com os actuais índices económicos... todavia, no entanto, não se indignaram com o facto de SER MUITO PERIGOSO  o governo de  Sócrates (e outros governos) andarem a pedir 'mil milhões' às carradas.
{pois é, também se tem de pensar em pagar}
Nota: os economistas profissionais devem manifestar a sua opinião... todavia, no entanto, a avaliação de muitas decisões... terá de passar obrigatoriamente pelo Contribuinte: o «Direito ao Veto de quem Paga» [fim-da-cidadania-infantil].
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 P.S.4.
-> Dito por outras palavras: A mama dos ravioli-mafiosi tem de acabar!!!
-> De facto, os políticos são eleitos é para gerir o bem público!...
-> Toda a gente pôde ver: políticos incompetentes (fazendo jeitinhos a certos lobbys) ao contraírem dívida... conduziram o país rumo a uma espiral recessiva e rumo à falência!
-> Quando um qualquer ravioli-mafiosi começa a falar em deficit e dívida pública... a resposta do contribuinte deverá ser: «o quê!? o quê!? o quê!?... os políticos foram eleitos TÃO E SOMENTE para gerir o bem público!...»
Explicando melhor, quando um político quer contrair dívida... tal terá de passar por um outro 'crivo'!... Leia-se: o contribuinte terá de reconhecer que o político em causa possui competência para tal!!!
Ora, de facto, quando uma entidade qualquer contraí dívida das duas uma:
- ou vai recuperar o investimento... ou... vai afundar-se ainda mais!...
Resumindo: o Estado só poderá contrair dívida... mediante uma autorização expressa de quem paga (vulgo contribuinte) - obtida através da realização de um REFERENDO (nota: políticos 'armados' em investidores deixaram-nos à beira da bancarrota… o contribuinte tem de abrir a pestana!!!).

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